"Nunca desejaria usar inteligência artificial no meu trabalho. É um insulto à própria vida", assumia o realizador japonês Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, em 2017.
Fonte: Comunidade Cultura e Arte
コカインの時間を介しての旅です
"Nunca desejaria usar inteligência artificial no meu trabalho. É um insulto à própria vida", assumia o realizador japonês Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, em 2017.
Fonte: Comunidade Cultura e Arte
Escritor Pedro Paixão, entrevista Jornal Observador, 2017
LI PO (também LI BAI) com Um Copo de Vinho no Exílio
(em colaboração com a livraria Livros Tintos, de Fundão). Versões de Manuel Silva-Terra.
Nuno Costa Santos. Morrer é Nada nas Mãos. Edição Companhia das Ilhas
«(...), comparecem as famílias e os seus dramas, os fantasmas do desejo, as invocações da preferência, os lutos das ofensas e desamores, »
Maria Velho da Costa. Casas Pardas. 4ª Edição. Prefácio de Manuel Gusmão. Publicações Dom Quixote., p. 20
Agora escrevo...
José Afonso (2022). Obra poética. Lisboa: Relógio D’Água, p. 278
"Sou composta por urgências, minhas alegrias são intensas, minhas tristezas...'absolutas', me entupo de ausências, me esvazio de excessos, não caibo no estreito, só vivo nos extremos..."
Clarice Lispector« Sempre que estou profundamente triste e penso que vou morrer, ou tão nervosa que não consigo adormecer, ou apaixonada por alguém que não irei ver durante uma semana, colapso e digo a mim própria: «Vou tomar um banho quente.»
Sylvia Plath. A Campânula de Vidro. Relógio D'Água. Tradução e Posfácio de Mário Avelar, 2016., p. 26José Cardoso Pires
Terra
Alberto Caeiro/Fernando Pessoa
ESTADOS FASCISTAS DA MENTE E A SUA CONDIÇÃO ADESIVA
Adolfo Luxúria Canibal. No rasto dos duendes eléctricos (Poesia 1978-2018). Porto Editora, 2019., p. 42
e seios e braços e mãos e ventre e ancas
e vulva e rabo e coxas e pés e sexo e tudo
mas tudo
BELO
No fim, virão os bichos
lagartos
comer-nos!...
Adolfo Luxúria Canibal. No rasto dos duendes eléctricos (Poesia 1978-2018). Porto Editora, 2019., p. 31Eu sou irmão da solidão
e com ela mantenho incestuosa relação.
Sangue no asfalto
Olga Tokarczuk. Conduz o teu arado sobre os ossos dos mortos. Tradução do polaco Teresa Fernandes Swiatkiewicz. Edição Cavalo de Ferro. 1ª Edição, 2019., p. 11
« Se, naquela noite, tivesse consultado as Efemérides para saber o que se passava no céu, não teria mesmo ido para a cama. Mas, em vez disso, caí num sono profundo, com a ajuda de um chá de lúpulo, que acompanhei com dois comprimidos de valeriana. »
Olga Tokarczuk. Conduz o teu arado sobre os ossos dos mortos. Tradução do polaco Teresa Fernandes Swiatkiewicz. Edição Cavalo de Ferro. 1ª Edição, 2019., p. 5