«Bebo-te toda assim, bruta, como em sonhos
e deixo-me levar/vagar por ti
feito sonâmbulo»
Adolfo Luxúria Canibal. No rasto dos duendes eléctricos (Poesia 1978-2018). Porto Editora, 2019., p. 16
e deixo-me levar/vagar por ti
feito sonâmbulo»
コカインの時間を介しての旅です
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