segunda-feira, 7 de abril de 2025
quarta-feira, 12 de março de 2025
terça-feira, 7 de janeiro de 2025
Sou dependente dos livros
sem eles posso morrer
perco-me de tão perdida se proibida de ler
domingo, 18 de agosto de 2024
« Quando comecei a Crónica de Uma Morte Anunciada, em 1979, comprovei que, nos intervalos entre dois livros, perdia o hábito de escrever, tornando-me cada vez mais difícil recomeçar. Por isso, entre outubro de 1980 e março de 1984, impus-me a tarefa de escrever uma nota semanal em jornais de diferentes países, como exercício disciplinador e de aquecimento da mão.»
Gabriel García Márquez. Doze contos peregrinos. Tradução Miguel Serras Pereira. Publicações Dom Quixote, 1992., p. 14/5
segunda-feira, 1 de abril de 2024
“Louder Than Bombs”
A mulher da capa de “Louder Than Bombs”
''Shelagh Delaney, nasceu no dia 25 de novembro de 1938 em Salford, Manchester, norte da Inglaterra, escreveu aos 18 anos a peça “A Taste of Honey” (Um Gosto de Mel), que conta a história de uma jovem proletária que engravida de um marinheiro negro, para então encontrar consolo ao lado de um estudante de arte homossexual. A obra foi revolucionária por falar sobre assuntos restritos a época, como racismo e homossexualidade. A peça estreou em Londres quando a autora ainda era adolescente.
Em 1961, a obra foi adaptada para o cinema, também com sucesso, e rendeu o Bafta (equivalente britânico ao Oscar) para Delaney e para o corroteirista Tony Richardson. [A personagem Jo é interpretada no filme pela atriz Rita Tushingham, que aparece na capa do single “Hand in Glove” e do vídeo de “Girlfriend in a Coma”.]
A peça original inspirou as músicas “A Taste of Honey” e “Your Mother Should Know” gravadas pelos Beatles.
Em declarações à NME em 1986, Morrissey disse: “Eu nunca fiz nenhum segredo do fato de que pelo menos 50 por cento da minha razão de escrita pode ser atribuída a Shelagh Delaney.”
Em 1985, fez sucesso com “Dançando com um Estranho”, contando a história de Ruth Ellis, última mulher a ser enforcada na Grã-Bretanha, em 1955.
No mesmo ano, Shelagh foi eleita membro da Royal Society of Literature.
Morrissey usou trechos da sua peça “A Taste of Honey” nas músicas: Hand In Glove, Reel Around The Fountain, This Night Has Opened My Eyes, Shoplifters Of The World Unite e Alma Matters.
Ela também está na capa do single Girlfriend in a coma (1987).''
sábado, 27 de agosto de 2022
« Um escritor que só pode ser compreendido por algumas pessoas não chega a ser inteiramente um escritor.»
segunda-feira, 25 de abril de 2022
«Todo o literato mais ou menos falhado tem uma invencível necessidade de falar de si e da sua obra; até de dar nas vistas.»
José Régio. Há mais mundos. Círculo de Leitores, 1973., p. 76
terça-feira, 10 de agosto de 2021
«(...), a literatura não é outra coisa senão um sonho dirigido.»
in Prólogo
Jorge Luis Borges. O Relatório de Brodie. Tradução António Alçada Baptista Quetzal Editores, 2013, Lisboa ., p. 9
domingo, 16 de maio de 2021
''O escritor pode, apenas, processar o real através do seu corpo e dar-lhe a forma de ficção, ou pensamento, poema ou crónica, para o entregar, como quem estende a mão”
Hélia Correia
segunda-feira, 4 de maio de 2020
Claude Michel Cluny no Prefácio do Livro: Bastardos do Sol, Urbano Tavares Rodrigues., p. 11
sábado, 19 de janeiro de 2019
domingo, 3 de dezembro de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
«A obra-prima deve ser realizada friamente; deve ter a alma fundamentada num amor, mas num amor distante.»
Pitigrilli. a decadência do paradoxo. Tradução Portuguesa de Dr. Souza-Soares. Editorial Minerva, Lisboa., p. 225
sábado, 6 de maio de 2017
« le mari de toutes les femmes et la femme de tous les maris.»
Pitigrilli. a decadência do paradoxo. Tradução Portuguesa de Dr. Souza-Soares. Editorial Minerva, Lisboa., p. 13
Cocaína (1921)
A Virgem de 18 Quilates (1924)
Os Vegetarianos do Amor (1931)
Loura Dolicocéfala (1936)
O Farmacêutico a Cavalo (1948)
O Deslize do Moralista (1948)
sexta-feira, 5 de maio de 2017
«Para ti e tudo o que em ti vive,
eu estou a escrever.»
Antologia de Vicente Aleixandre. Selecção, tradução e prólogo de José Bento. Editorial Inova/Porto., p. 139



