Remember when you came to me and told me of his lie?
You didn't understand my love, you don't know why I try
コカインの時間を介しての旅です
«A dependência que criam nos pacientes pode ser analisada como uma verdadeira estratégia de encarceramento e, tal, como acontece com os pobres e marginais da sociedade encerrados no Hospital Geral parisiense, estas estratégias de poder são exercidas sobre os mais fracos e vulneráveis, ou seja, sobre aqueles que rapidamente se tornam vítimas do medo e se sentem paralisados perante a ideia de morte.»
in Prefácio, Alexandra Moreira da Silva
Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 16
Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014.
Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014.
Alÿs’ poetic performances have much in common with Debord’s notion of psychogeography; described as ‘a compulsive wanderer’, he himself states,
…I spend a lot of time walking around the city… The initial concept for a project often emerges during a walk. As an artist, my position is akin to that of a passer-by constantly trying to situate myself in a moving environment. My work is a succession of notes and guides. The invention of a language goes together with the invention of a city. Each of my interventions is another fragment of the story that I am inventing, of the city that I am mapping.
Francis AlÿsGonçalo M. Tavares
«(...), Mattina conhecia o luxo filosófico de ter tempo para pensar, para observar, para raciocinar e para sonhar, luxo bem mais frequente numa vida inteira sem preocupações de dinheiro do que após uma súbita libertação dessas preocupações: os ricos sem experiência de serem ricos podem injectar tormento no luxo.»
Janet Frame. Os Cárpatos no Nosso Jardim. Tradução de António Costa Santos. Editorial Caminho. Lisboa, 2004., p. 27Manuel António Pina
Fialho de Almeida morreu a 4 de Março de 1911
Na sua campa está registado o seguinte epitáfio:
Miando pouco, arranhando sempre, e não temendo nunca
Janet Frame. Os Cárpatos no Nosso Jardim. Tradução de António Costa Santos. Editorial Caminho. Lisboa, 2004., p. 26
Janet Frame. Os Cárpatos no Nosso Jardim. Tradução de António Costa Santos. Editorial Caminho. Lisboa, 2004., p. 21
Janet Frame. Os Cárpatos no Nosso Jardim. Tradução de António Costa Santos. Editorial Caminho. Lisboa, 2004., p. 20
"a que gosta de dança", através da junção de terpein (agradar ou deleitar) e khoros (dança).