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domingo, 5 de julho de 2026

 «ANGÉLICA: Pode dispor dos bens como entender, desde que não disponha do meu coração. (...)»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 56

Pentelhices

 «ARGÃO: Não se deve dizer pentelhices.

TONIETA: Meu Deus, eu conheço-vos, vós sois naturalmente bom.

ARGÃO: (Exaltando-se.) Não sou nada bom, e sou mau quando quero.» 

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 49

''Uma boa alma tem sempre boas razões.''

 Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 44

 «As momices do amor são muito parecidas com a verdade, e já vi grandes atores nessa matéria.»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 43

 «TONIETA: Se vós sentis prazer em ralhar, é preciso que eu sinta prazer em chorar.»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 40

«, de acordo com a receita, para varrer, lavar e limpar o baixo-ventre de Sua Senhoria, trinta soldos.»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 37

 «Sim, mas a cortesia não é tudo, Senhor Flatêncio, é preciso também ser razoável e não esfolar os doentes»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 37

«Ao vosso espírito falta presença,»

 Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 30

«Encarcerado na sua própria casa, Argão governa-se a si próprio para governar os outros. Esta será talvez a mais profunda razão da sua aparente resignação. Na verdade, sentir-se superior ao comum dos mortais permite-lhe iludir a morte que tanto teme.»

 in Prefácio, Alexandra Moreira da Silva

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 19

''melancolia hipocondríaca''

 Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014.

« Um médico muitíssimo honesto, de quem tenho a honra de ser doente, promete, e quer comprometer-se perante os notários, fazer-me viver mais trinta anos, se eu conseguir obter-lhe uma graça de Vossa Majestade. Sobre esta promessa, disse-lhe que não lhe pedia tanto, e que ficaria satisfeito se se comprometesse a não me matar.»

Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

''alvoraçando-lhe o coração''


MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.. p. 42

''intrigas caritativas!''


MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.. p. 40

''(...), para que as dúvidas do meu espírito doente se esclareçam''

MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.. p. 38
«ARNOLFO: É um pouco atrasado sob certos assuntos. É curioso ver como a paixão cega as pessoas.»

MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.. p. 28
«(...); sem que vos ofenda a comparação, conheci um aldeão, conhecido por Pedro Pateta, que, não possuindo mais do que um pedaço de terra, mandou fazer-lhe em volta um fosso para poder adoptar o pomposo nome de Sr. da Ilha.»

MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.. p. 27

''desbaptizar''

«Uma mulher inteligente pode faltar aos seus deveres, mas, primeiro, é preciso que o queira, conquanto que a estúpida, de ordinário, sem o querer e sem pensar que o faz.»

MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América., p. 25/6
«CRISALDO: Mas, antes de mais, como é que quer que uma estúpida saiba o que é ser honesta?»

MolièreEscola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América., p. 25
«ARNOLFO: Quem casa com uma ingénua é porque não é ingénuo de todo. Como bom cristão, acredito que a sua metade é recatada. Mas uma mulher esperta é mau presságio. Eu sei quanto tem custado a muitos terem casado com mulheres cheias de talento. Não seria eu que casaria com uma intelectual que só falasse de reuniões mundanas e de alcovas, que em prosa ou em verso soubesse escrever doces frases, que em casa recebesse marqueses e literatos, enquanto eu, com o rótulo de marido da senhora, não passaria de um santo ignorado, sem devotos! Não e não, não quero esposa de grandes talentos, pois mulher que sabe compor sabe mais do que é necessário. Para mim, prefiro mulher de poucas luzes, que nem sequer saiba o que é uma rima e no jogo do «corbillon» nunca acerte. Numa palavra, quero-a bem ignorante e basta-me que saiba rezar, amar-me, coser e fiar.»

Molière. Escola de Mulheres. Tradução de Maria Valentina Trigo de Sousa. Livros de bolso Europa América.
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