«A dependência que criam nos pacientes pode ser analisada como uma verdadeira estratégia de encarceramento e, tal, como acontece com os pobres e marginais da sociedade encerrados no Hospital Geral parisiense, estas estratégias de poder são exercidas sobre os mais fracos e vulneráveis, ou seja, sobre aqueles que rapidamente se tornam vítimas do medo e se sentem paralisados perante a ideia de morte.»
in Prefácio, Alexandra Moreira da Silva
Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 16

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