«(...), Mattina conhecia o luxo filosófico de ter tempo para pensar, para observar, para raciocinar e para sonhar, luxo bem mais frequente numa vida inteira sem preocupações de dinheiro do que após uma súbita libertação dessas preocupações: os ricos sem experiência de serem ricos podem injectar tormento no luxo.»
Janet Frame. Os Cárpatos no Nosso Jardim. Tradução de António Costa Santos. Editorial Caminho. Lisboa, 2004., p. 27sábado, 4 de julho de 2026
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