ANTÓNIO RAMOS ROSA
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
''Almost anybody can learn to think or believe or know, but not a single human being can be taught to feel. Why?
Because whenever you think or you believe or you know, you’re a lot of other people: but the moment you feel, you’re nobody-but-yourself.
To be nobody-but-yourself — in a world which is doing its best, night and day, to make you everybody else — means to fight the hardest battle which any human being can fight; and never stop fighting.''
“After you died I could not hold a funeral,
"Depois que você morreu, eu não pude realizar um funeral,E assim a minha vida tornou-se num funeral. ”Depois que você morreu, eu não consegui realizar um funeral.Então estes olhos que um dia te viram tornaram-se um santuário.Estes ouvidos que um dia ouviram a tua voz tornaram-se um santuário.― Han Kang, Atos Humanos
“To love. To be loved. To never forget your own insignificance. To never get used to the unspeakable violence and the vulgar disparity of life around you. To seek joy in the saddest places. To pursue beauty to its lair. To never simplify what is complicated or complicate what is simple. To respect strength, never power.
Arundhati Roy, ‘The Cost of Living’
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
Poema sobre a recusa
Maria Teresa Horta
''Ladraram-nos cães e ralharam-nos homens,''
Alves Redol. Fanga. 12ª edição. Editorial Caminho, 1995., p. 66
Les morts d’Ana Mendieta : suicide et meurtre
''Le 8 septembre 1985, l’artiste d’origine cubaine chute de la fenêtre du 34ème étage de l’appartement new-yorkais qu’elle partageait avec son mari, l’artiste Carl André. Lui seul était présent lors des événements. Dès lors, le récit s’appuie sur son appel au 911 :
Ma femme est une artiste et je suis un artiste, et nous avons eu une querelle sur le fait que j’étais, eh, plus exposé au public qu’elle ne l’était. Elle s’est rendue dans la chambre, je l’ai suivie et elle s’est jetée par la fenêtre[8].
Lorsque les policiers arrivent sur les lieux, la chambre du couple est en désordre et ils remarquent des traces de griffures sur le nez et les bras d’André. Il est inculpé pour meurtre (O’Hagan, 2013). Après trois années de procès, l’artiste est acquitté par manque de preuves.''
Ana Mendieta: la violence, le choc, la mort | Esthétique du choc
Ana Mendieta: la violence, le choc, la mort
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
"A minha voz é feminina, a minha escrita é de mulher."
“Poets and Lovers”
''a mesma ilusão que engana os olhos enche-o de desejo ''
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
«Quantos minutos tem a nossa vida?»
Maria José Oliveira, Aventuroso, livro de artista, in Manual de Instruções, Tubolagem, Maria José Oliveira, Lisboa: Galeria Graça Brandão, 2024.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
domingo, 2 de fevereiro de 2025
Maria Velho da Costa,1977 , Casas Pardas, obra-prima de filigrana intertextual
'' Suster como a branda cabeleira das árvores ferradas à terra sustêm a seiva e a aragem. Suster o desejo do par. Pelos caminhos menos retos prosseguirá a errância sem enlace aparente. Sobre o rastro vêm inscrever-se os mais antigos sinais de toda a trama e a perseguição. Eles derivam sobre o trilho esquivo da promessa impraticável, absortos como os deuses numa esperança mortal. Na provação sem palavras, indesistentes, eles são criados homem e mulher; silentes sob a garra e larguíssimo voo das grandes aves, do costume que agoniza, da lenda tão antiga de uma reparação que sangre. Contemplai como é povoado de trilos simples e cristais da memória dos povos o deserto do amor crescente, a travessia da culpa repartida, desigual. ''
Veredas
“talvez o filme seja muito marcado pela nostalgia do velho sonho arcádico de uma perdida idade do ouro”.
1978, João César Monteiro
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
A Semente do Figo Sagrado
domingo, 26 de janeiro de 2025
''Qual é o pente que te penteia...''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 57
« Só se mente a quem se tem medo, Capitu, já assentámos isso.
CAPITU: Mentira, a gente mente por vergonha, por dó, por vaidade.
MARIA: Ora, tudo isso é medo. À Rosa nunca menti. Enfeitei, escondi. (...)»
''seda de luto''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 48
'' a opinar e a arrastar a asa a D. Glória, a asa e o mais que fosse ''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 37
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
''aguaceiro escuro''
Joan Didion. O Ano do Pensamento Mágico. 5ª Edição. Tradução de Hugo Gonçalves. Editora Cultura, 2021. p. 165
''Lividez post-mortem''
Joan Didion. O Ano do Pensamento Mágico. 5ª Edição. Tradução de Hugo Gonçalves. Editora Cultura, 2021. p. 155
domingo, 19 de janeiro de 2025
'' a usura da domesticidade''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 29
''Meninice mais mofenta!''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 22
'' Sempre que procrastinei, me arrependi.''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 21
''livros velhos, livros mortos, livros enterrados''
Maria Velho da Costa. Madame. Sociedade Portuguesa de Autores. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999., p. 17
''galinhas azuis a subir e a descer escadas''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 57
'' o passado dos nossos pais descalços''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 53
''fascinados com o interior misterioso dos soutiens''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 52
sábado, 18 de janeiro de 2025
'' a fome é um líquido amargo na boca''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 49
'' o próprio dia era uma tempestade de facas''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 46
'' os ossos numa osteoporose de formigas ácidas''
Valério Romão. Mais Uma Desilusão. Abysmo, Lisboa, 2024., p. 46