Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 64
«Estou a fazer progressos. Um dia, as palavras acudir-me-ão por si próprias, e então direi o que quero. Depois, descanso!» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 64
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 61
«(...) pedido por pedido, mais vale pedir a Deus do que aos santos.» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 7
«Agora, à luz fria das verdades inteiras e das mentiras perfeitas, declaro que não confessarei coisa nenhuma pela razão simples de não ter nada a confessar. Sou sozinha, sem força e inteiramente consciente da minha impotência.»
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 56
«Quando afago os teus cabelos, penso na Terra: por fora atapetada de seda, por dentro em ebulição.» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 54
« - Dou-te a minha palavra de honra...
LENI. - Eu pedi-lha, por acaso? Mais vale guardá-la.» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 53
«O PAI. - Procuro a verdade, ou a razão das tuas mentiras.»
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 51
«Se fosse preciso, seria terno. Mas a verdade é que a dureza dá melhores resultados.»
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 50
«O rapaz corria atrás da morte, mas não teve sorte: corria mais depressa que ela.»
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 46
domingo, 11 de setembro de 2016
«JOHANNA, irónica. - O pai também tinha consciência? O PAI. - Tinha. Mas perdi-a...por modéstia. É um luxo de príncipe. O Frantz podia cultivá-lo: as pessoas que não fazem nada julgam-se responsáveis por tudo. Eu trabalhava. (Para Frantz:). Que queres tu que te diga? Que o Hitler e o Himmler são criminosos? Digo-o, pronto!» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 39/40
«O Frantz ia passear pelas colinas discutindo consigo próprio, e, quando a consciência dele tinha dito que sim, podiam cortá-lo em postas, que não mudava de opinião. Com a mesma idade eu também era assim.» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 39
«FRANTZ. - O pai mete-me medo: não sofre bastante com o sofrimento dos outros. O PAI . - Consentirei em sofrer quando tiver meios para o suprimir.» Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 39
«Somos alemães, logo somos culpados; somos culpados, porque somos alemães.»
Jean-Paul Sartre. Os Sequestrados de Altona. Livros de bolso Europa-América. p., 34