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sábado, 17 de janeiro de 2026
sexta-feira, 7 de abril de 2023
domingo, 30 de setembro de 2018
«Por isto, e só por isto, temos existido »
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 51
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Thomas Stearns Eliot,
verso solto
« Ossos secos não fazem mal a ninguém.»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 51
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Thomas Stearns Eliot,
verso solto
(...)
«A altura é agora propícia, como ele pensa,
A refeição acabou, ela está cansada e aborrecida,
Tenta captá-la com carícias,
Que não são repelidas, embora não sejam desejadas.
Excitado e decidido, ataca de repente;
As suas mãos pesquisadoras não encontram defesa;
A vaidade dele não exige retribuição
E toma a indiferença por bom acolhimento.»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 39
«A altura é agora propícia, como ele pensa,
A refeição acabou, ela está cansada e aborrecida,
Tenta captá-la com carícias,
Que não são repelidas, embora não sejam desejadas.
Excitado e decidido, ataca de repente;
As suas mãos pesquisadoras não encontram defesa;
A vaidade dele não exige retribuição
E toma a indiferença por bom acolhimento.»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 39
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excerto,
Thomas Stearns Eliot
(...)
«Eu, Terésias, embora cego, palpitando entre duas vidas,
Velho de seios femininos enrugados, posso ver
Na hora violeta, a hora da noite que nos arrasta»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 37
«Eu, Terésias, embora cego, palpitando entre duas vidas,
Velho de seios femininos enrugados, posso ver
Na hora violeta, a hora da noite que nos arrasta»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 37
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excerto,
Thomas Stearns Eliot
O SERMÃO DO FOGO
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 35
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Thomas Stearns Eliot,
títulos de poemas
(...)
«Devias ter vergonha, disse eu, de parecer tão velha.
(E ela só tem trinta e um anos.)
Não é minha a culpa, disse ela, desanimada,
Foram os comprimidos que tomei para o desmancho, disse ela.
(Ela já teve cinco e quase morreu quando nasceu o Jorginho.)»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 31
«Devias ter vergonha, disse eu, de parecer tão velha.
(E ela só tem trinta e um anos.)
Não é minha a culpa, disse ela, desanimada,
Foram os comprimidos que tomei para o desmancho, disse ela.
(Ela já teve cinco e quase morreu quando nasceu o Jorginho.)»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 31
domingo, 9 de setembro de 2018
« Mostrar-te-ei medo num punhado de poeira.»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p. 23
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Thomas Stearns Eliot,
verso solto
«Tu não sabes dizer nem supor, pois apenas conheces
Um monte de imagens quebradas, onde o sol bate,
E a árvore morta não oferece abrigo, nem o grilo trégua,»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p.
Um monte de imagens quebradas, onde o sol bate,
E a árvore morta não oferece abrigo, nem o grilo trégua,»
T.S.ELIOT. A Terra sem Vida. Colecção Poesia. Edições Ática. Lisboa., p.
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poesia,
Thomas Stearns Eliot
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
«Vai, vai, vai, disse a ave:
O género humano não pode suportar mais realidade.»
T.S. ELIOT
O género humano não pode suportar mais realidade.»
T.S. ELIOT
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citações,
Thomas Stearns Eliot
domingo, 11 de fevereiro de 2018
«Porque todos os convidados dos cocktails dos Chamberlayne se esquecem absolutamente de que há muito mais gente, cá fora da sala de estar, com razões de ser próprias que excedem qualquer pretexto de escapatória espalhafatosa para as psicoses dos Chamberlayne e anexos. Sob o ponto de vista de cada uma das personagens centrais da peça, as outras são pretextos de evasão à vacuidade própria; o casal necessita mesmo de se sentir incompatível, afectivamente divorciado, como justificação de experiências, aparentemente convictas, que cada qual procura fora da vida conjugal.»
Irene Gaspar in VÉRTICE Revista de Cultura e Arte, Março 1952, Vol. XII. 103., p. 124
Irene Gaspar in VÉRTICE Revista de Cultura e Arte, Março 1952, Vol. XII. 103., p. 124
domingo, 21 de setembro de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
RAIN FALLING
"Então vem, vamos juntos os dois,
A noite cai e já se estende pelo céu,
Parece um doente adormecido a éter sobre a mesa;
Vem comigo por certas ruas semi-desertas
Que são refúgio de vozes murmuradas
De noites sem repouso em hóteis baratos de uma noite
E restaurantes com serradura e conchas de ostra:
Ruas que se prolongam como argumento enfadonho
De insidiosa intenção
Que te arrasta àquela questão inevitável...
Oh, não perguntes «Qual será?»
Vem lá comigo fazer a tal visita."
"A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock"
T. S. Eliot
quinta-feira, 27 de março de 2014
quinta-feira, 7 de abril de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Esta é a utilidade da memória:
Libertação – não diminuição do amor mas crescimento
Do amor para além do desejo, e assim libertação
Do futuro e do passado.
Thomas Stearns Eliot
Libertação – não diminuição do amor mas crescimento
Do amor para além do desejo, e assim libertação
Do futuro e do passado.
Thomas Stearns Eliot
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