Título original: CANÇÃO DAS RENDILHEIRAS DE VILA DO CONDE
Música: Carlos Alberto Leal (1905-1960)
Letra: Artur da Cunha Araújo (1883-?)
Música: Carlos Alberto Leal (1905-1960)
Letra: Artur da Cunha Araújo (1883-?)
Incipit: Rendilheiras que teceis
Origem: Portugal/Porto (?)
Data: ca. 1928
Rendilheiras que teceis
As finas rendas à mão, [as lindas]
Eu dou-vos, se vós quereis,
Pra almofada o coração.
Refrão
Ó vem à janela
Como a noite é bela, [que]
Vem ver o luar;
Linda rendilheira
Deixa a travesseira,
Vem-me ouvir cantar.
Quem me dera, rendilheira,
Ser essa tua almofada
E passar a vida inteira
Em teu regaço, deitada.
Refrão
Ó vem à janela…etc.
Origem: Portugal/Porto (?)
Data: ca. 1928
Rendilheiras que teceis
As finas rendas à mão, [as lindas]
Eu dou-vos, se vós quereis,
Pra almofada o coração.
Refrão
Ó vem à janela
Como a noite é bela, [que]
Vem ver o luar;
Linda rendilheira
Deixa a travesseira,
Vem-me ouvir cantar.
Quem me dera, rendilheira,
Ser essa tua almofada
E passar a vida inteira
Em teu regaço, deitada.
Refrão
Ó vem à janela…etc.
Freiras de Santa Clara,
Lindas monjas feiticeiras
Há restos da vossa graça
Na boca das rendilheiras.
Refrão
Ó vem à janela… etc.
Fonte: ver aqui.


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