«Encarcerado na sua própria casa, Argão governa-se a si próprio para governar os outros. Esta será talvez a mais profunda razão da sua aparente resignação. Na verdade, sentir-se superior ao comum dos mortais permite-lhe iludir a morte que tanto teme.»
in Prefácio, Alexandra Moreira da Silva
Molière. O Doente Imaginário. Tradução e Prefácio de Alexandra Moreira da Silva. Edições Húmus, 2014., p. 19

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