quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Para o Prof. Eduardo Soveral

«Ah, quando, em mim, eu for minha esperança,
Meu próprio ser, divino e redimido.
E minha sombra apenas for lembrança
Bem longe, em outro mundo transcendente,
À luz sem sol jamais anoitecido,
Serei contigo, amor, eternamente.»

Teixeira Pascoaes, Elegias, Renascença Portuguesa, Porto, 1912.

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