«(...)na linguagem de EXPORT, os dedos de primata e os polegares oponíveis soltam-se, transformando-se em asas emplumadas. O seu legado, este termo tão petrificado, reside precisamente nas formas como a sua arte destabiliza o que pensamos compreender sobre as paisagens históricas, políticas e mediáticas sobrepostas em que interveio. Por algum território desconhecido, imagino-a a correr ofegante, até ao ponto, eventualmente, de levantar voo.»
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