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domingo, 24 de julho de 2016



«Agora mato-me escrevendo/ e aqui ressuscito em rua beijando pés/ Eu sou esta verdade/ Sou a desorientada concentração/ das noites desertas/ E ascendo-me grata, / com a poesia dançando entre a/ vida e a morte, magnífica/ tapando-me a boca toda, / fazendo-me ver no escuro»

último poema de Ver No Escuro, da Cláudia R. Sampaio.
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