''Faço psicanálise há muitos anos e tomo anti-depressivo há seis anos.
Acho grave, ofensivo, além de muito estúpido, dizer (há uma senhora de quem nunca ouvi falar que o diz nas redes sociais) que as pessoas que tomam anti-depressivos são fracas. Desconsiderar a depressão e o problema da saúde mental tem consequências.
Sou outra pessoa por ter conseguido pedir ajuda. E não hesitei em tomar um anti-depressivo quando compreendi que a minha depressão era também química, motivada pelas alterações no meu corpo doente (e que não fosse).
Pus em https://anabelamotaribeiro.pt entrevistas com os psicanalistas Coimbra de Matos e Seabra Diniz, bem como uma leitura de "Análise - Notas do Divã" de Vera Iaconelli.
"Era um rapaz com 12 para 13 anos, que estava com grandes crises de ansiedade, acordava de noite. Tinha um ar maduro para a idade, com alguma reserva. Percebi, à medida que fomos falando, porque é que tinha as suas crises de ansiedade. A mãe tinha um cancro. Ele sabia que o cancro era incurável e que a mãe ia morrer."
A fotografia é no consultório de Freud.
Post no Facebook da Anabela Mota RibeiroSou jornalista, escritora e programadora cultural.
http://anabelamotaribeiro.pt
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