«O suicídio é, com efeito, uma das máscaras que o destino português tem utilizado na sua afirmação universal — e de que foi exemplo emblemático esse suicídio colectivo de rei e aristocracia em Alcácer‑Quibir, que parece feito quase só com o fim de produzir a lenda do rei Sebastião, o desejado no inconsciente popular de vários séculos e circunstâncias da nossa História»
Nuno Júdice, 1997

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