“(…)
são-me necessárias imagens radiografias de ossos/
rostos desfocados/
mãos sobre corpos impressos no papel e nos espelhos/
repara/
nada mais possuo/
a não ser este recado que hoje segue manchado de finos bagos de romã/
repara/
como o coração de papel amareleceu no esquecimento de te amar”
Al Berto, “Escrevo-te a sentir tudo isto” in Vigílias. Assírio & Alvim, 2004

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