terça-feira, 14 de abril de 2026

Men I Trust - Numb

 


Margaret Scolari Barr, wife of the Founding Director of the Museum of Modern Art (MoMA) in New York

Fig. 3. Margaret and Alfred. Miller, Lee (1907-1977) © Lee Miller Archives. Margaret Scolari Barr and Alfred H. Barr, Jr. in a museum in Venice, Italy. June 1948. Gelatin silver print, 5 112 x 8 1/4″ (14 x 21 cm). Margaret Scolari Barr Papers, I.E.2. The Museum of Modern Art Archives.

Les Psychoses Passionelles

''reciprocidade emocional percebida''

Limerência

 paixão obsessiva

''provém do inglês limerence, termo cunhado pela psicóloga norte-americana Dorothy Tennov na década de 70''



Before I get into sleep with you
I want to have been into wakefulness, too.

Antes de dormir contigo,
Quero ter estado acordada, também.

Janet Frame

An Angel at My Table (Um Anjo à Minha Mesa)

 Janet Frame, autobiografia
 Poeta e autora neozelandesa 

Mark Lanegan - The River Rise

“Deus, Pátria, Autoridade” (1976)

 


“Deus, Pátria, Autoridade” (1976), documentário de Rui Simões

"Frustra fit per plura quod potest fieri per pauciora"

 "É inútil fazer com mais o que se pode fazer com menos"

Síndrome do Duplo Subjetivo

 ''No folclore alemão, encontramos um figura muito interessante chamada Doppelgänger, da junção de doppel (que significa duploréplica ou duplicata) e gänger (andante,ambulante ou aquele que vaga). O Doppelgänger possui uma ação inusitada: ele tem a capacidade de reproduzir, de imitar, de agir de forma idêntica a uma pessoa, ou seja, o Doppelgänger é um duplo exato, perfeito. 

Na Síndrome do Duplo Subjetivo aparece uma ideia semelhante, de que a pessoa possui um duplo idêntico, porém com a personalidade um pouco diferente ou até uma vida inteira diversa, muitas vezes o duplo pode ser totalmente desconhecido e viver em um país estranho e muitas vezes pode ser ligada a uma pessoa próxima.''

Delírio de Cotard (Síndrome do Morto-Vivo)

''O nome do delírio vem do neurologista Jules Cotard (1840–1989) que descreveu os sintomas desta doença mental extremamente rara, na qual a pessoa pensa que está morta, não existe ou não possui os órgãos internos de seu corpo. Cotard também nomeou como delírio de negação, le délire des négations.''

Referências 

Cotard’s syndrome: analysis of 100 cases

Eleanor, Chicago, 1951. Fotografia de Harry Callahan

 


Síndrome de Otelo

 ''A Síndrome de Otelo vem, evidentemente, do famoso personagem de Shakespeare. Na peça Otelo, o Mouro de Veneza, o personagem principal tem o pensamento obsessivo de que a sua mulher o está traindo.

Assim, na Síndrome de Otelo a pessoa pensa que o seu parceiro ou parceira está tendo um caso, a despeito de todas as provas e evidências em contrário.

Segundo os especialistas, não se trata de um simples caso de ciúme, embora o ciúme seja o principal sentimento da Síndrome. Como o ciúme se torna um pensamento obsessivo que não cessa, a pessoa portadora passa a realizar todo tipo de comportamento para encontrar a suposta prova da traição: verifica o telemóvel, invade emails, persegue na rua e, em casos extremos, chega à violência física.''

Para ler depois :

delirium

 ''A definição do delírio como o que aparta a pessoa da realidade é também utilizada com um critério especial: a pessoa em delírio não consegue diferenciar o real do delírio, ou seja, não se trata de uma fantasia, de uma criação artística, de uma fuga de ideias. A pessoa realmente acredita que o delírio é real.''

folie à deux

«Uso o azul porque é uma cor espacial. (…) Tem de ser azul. Às vezes ponho vermelho; é uma tinta que tem outros significados, é o peso. Uso-o quando não estou a querer fazer o espaço. Uso o azul para mostrar o espaço; ou quando abro a aboca, aí ponho o azul. É mesmo o espaço, é engolir a pintura. É agarrar na pintura… Tem de ser o azul.»
 
 Entrevista no catálogo “A minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”, 2015
Helena Almeida

 “Resistir é o único verbo com dignidade, vai ser duro, leva tempo e faz estragos, mas é a única maneira de travar a ascensão da brutalidade, da ignorância e de uma sociedade de pobres e excluídos, perdidos na sua invisibilidade.”

José Pacheco Pereira

“mistura de ignorância e de demagogia”

 Pacheco Pereira sobre o Andrézito

domingo, 12 de abril de 2026

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