«As árvores seculares
do meu jardim,
do meu jardim,
em murmúrios de segredo –
falam de mim,
riscando no horizonte
longas figuras de medo…
O silêncio fala
balançando os esguios esqueletos
das árvores desgrenhadas!
Apagaram-se as velas perfumadas
do lampadário da minha sala…
As aves em voos inquietos
passam caladas! (...)»
- “O Anão da Máscara Verde” (excerto)
Judith Teixeira, 1880.

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