''A sociedade, cadáver pútrido coberto de sedas e de arminhos, nauzêa o justo quando a não vê debaixo do prestigio maravilhoso que lhe dás. A um aceno do Creador, o mundo saiu do cahos, mas tu a ti própria te creaste, para flagellação permittida, por aquelle que mostra aos afflictos o céo, depois do lenho affrontoso e da montanha íngreme a que tem de subir (p. 78)
Ana Plácido, escritora portuguesa

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