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segunda-feira, 1 de junho de 2026

“The false choices offered by spectacular abundance – choices based on the juxtaposition of competing yet mutually reinforcing spectacles and of distinct yet interconnected roles (signified and embodied primarily by objects) – develop into struggles between illusory qualities designed to generate fervent allegiance to quantitative trivialities.”
 
Guy Debord

domingo, 26 de março de 2023

sábado, 25 de março de 2023

 «O consumidor real torna-se um consumidor de ilusões.»

Guy Debord, La Societé du spectacle

sábado, 7 de janeiro de 2017



“Nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espectáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios – da arte à economia, da vida quotidiana à política -, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna.”

Guy Debord.“A Sociedade do Espetáculo”. Rio de Janeiro: ContraPonto Editora. 1997.


‘'O espetáculo – diz Debord – consiste na multiplicação de ícones e imagens, principalmente através dos meios de comunicação de massa, mas também dos rituais políticos, religiosos e hábitos de consumo, de tudo aquilo que falta à vida real do homem comum: celebridades, actores, políticos, personalidades, gurus, mensagens publicitárias – tudo transmite uma sensação de permanente aventura, felicidade, grandiosidade e ousadia. O espectáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida. É a forma mais elaborada de uma sociedade que desenvolveu ao extremo o ‘fetichismo da mercadoria’ (felicidade identifica-se a consumo). Os meios de comunicação de massa – diz Debord – são apenas ‘a manifestação superficial mais esmagadora da sociedade do espectáculo, que faz do indivíduo um ser infeliz, anónimo e solitário em meio à massa de consumidores’’.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

“À medida que a necessidade se encontra socialmente sonhada, o sonho torna-se necessário. O espectáculo é o mau sonho da sociedade moderna acorrentada, que ao fim ao cabo não exprime senão o seu desejo de dormir. O espectáculo é o guardião deste sono.”

Guy Debord
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