onde está a vida do homem que escreve, a vida da laranja, a
vida do poema — a Vida, sem mais nada — estará aqui?
fora das muralhas da cidade?
no interior do meu corpo? ou muito longe de mim — onde
sei que possuo uma outra razão… e me suicido na tentativa
de me transformar em poema e poder, enfim, circular livre‑
mente.
vida do poema — a Vida, sem mais nada — estará aqui?
fora das muralhas da cidade?
no interior do meu corpo? ou muito longe de mim — onde
sei que possuo uma outra razão… e me suicido na tentativa
de me transformar em poema e poder, enfim, circular livre‑
mente.
Al Berto, «Prefácio para Um Livro de Poemas»

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