« - Se eu quiser escrever as minhas memórias, como haveria de o fazer? - perguntei, um tanto constrangida.
- É preciso sentar-se à mesa e obrigar-se a escrever. Há-de vir por si só. Não se pode censurar. É preciso escrever tudo o que vem à cabeça.»
Olga Tokarczuk. Conduz o teu arado sobre os ossos dos mortos. Tradução do polaco Teresa Fernandes Swiatkiewicz. Edição Cavalo de Ferro. 1ª Edição, 2019., p. 158
- É preciso sentar-se à mesa e obrigar-se a escrever. Há-de vir por si só. Não se pode censurar. É preciso escrever tudo o que vem à cabeça.»

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