«Sentia-me empanturrada, entorpecida e desiludida, como me sinto sempre no dia a seguir ao Natal, (...)»
Sylvia Plath. A Campânula de Vidro. Relógio D'Água. Tradução e Posfácio de Mário Avelar, 2016., p. 85sábado, 2 de agosto de 2025
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