JM.R — O ato de fotografar é invisível e rápido. O pensamento prolonga-o. É um momento irreversível, completamente parado, interno. Estarei eu a perder-me a mim próprio cada vez que fotografo? Ou encontro-me reconstruindo a nossa existência através de outros momentos invisíveis para nós, com a qual vou mantendo um diálogo contínuo, que conheço?''
Fotógrafo José M. Rodrigues , ver aqui

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