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domingo, 3 de dezembro de 2017

 Gilles Deleuze observou, a respeito de Kafka, que: Não significa que os grandes autores, os grandes artistas sejam doentes, mesmo que sublimes, nem que se busque neles a marca de uma neurose ou psicose, como um segredo presente em sua obra, como a chave de sua obra. Não são doentes; ao contrário, são médicos, médicos muito especiais. A obra de Kafka é o diagnóstico de todas as potências diabólicas que nos esperam.''

 DELEUZE, Gilles. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. SP: 34; 3. Edição, 2000.

domingo, 11 de junho de 2017

Kafka disse que não nos devemos preocupar com derrotas porque somos nós que as provocamos.
Kafka ansiava por dar, mas agoniava pelo que não recebia.

domingo, 25 de maio de 2014

terça-feira, 1 de abril de 2014


quinta-feira, 27 de março de 2014


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

UM ANIMAL SONHADO POR KAFKA

«(...)


Costumo ter a impressão de que o animal me quer amestrar; agarrar e logo esperar tranquilamente que volte a atrair-me, e de imediato voltar a saltar?»


FRANZ KAFKA
Hochzeítsvorbereitungen auf dem Lande, 1953



Jorge Luis Borges; Margarita Guerrero. O livro dos seres imaginários. Trad. Serafim Ferreira, Editorial Teorema, Lisboa, 2ª ed, 2009p. 20

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

«Agora ser-te-á feita justiça.» E, então, começa o julgamento.



Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 176

«SEGUNDO a minha natureza, eu só posso cumprir uma ordem que ninguém me tenha dado. Nesta contradição, e apenas em contradição, é que eu posso viver. Mas qualquer uma, pois vivendo morre-se e morrendo vive-se.»



Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 165

domingo, 2 de outubro de 2011

« - Ah, tu és um rapazinho pequeno! - disse o estranho -, e porque é que abres tanto a boca quando falas?»




Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 123

segunda-feira, 26 de setembro de 2011


«De um modo geral, descobri que numa desgraça, é uma grande prova de força uma pessoa ter que suportar continuamente a solidão. A solidão é mais forte que tudo e conduz-nos outra vez às pessoas. »



Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 40
«Ele olha lentamente para nós, desvia o olhar e olha para outro sítio, mas mantém-se sempre atento.»



Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 25
  «Enquanto ainda estamos a entrar no buraco negro da estação de Brescia, onde as pessoas gritam como se o chão queimasse, exortamo-nos uns aos outros seriamente a permanecer unidos, aconteça o que acontecer. Não começámos nós a viagem, com uma espécie de hostilidade?»


Franz Kafka. Os Aeroplanos Em Brescia E Outros Textos. Trad. Ana Maria Freire Damião. Edições «Livros do Brasil», Lisboa, 1988., p. 14/15

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

«Estás a exagerar, como faz sempre a juventude, vês as coisas mais insignificantes como se fossem grandes excepções.»


Franz Kafka. Carta ao Pai. Trad. João Barrento. 1ª edição. Edições Quasi, 2008., p. 54
«Entre mim e ti não chegou a haver propriamente luta, eu fiquei fora de combate em pouco tempo, e o que restou foi a fuga, a amargura, a tristeza, o debate interior.»



Franz Kafka. Carta ao Pai. Trad. João Barrento. 1ª edição. Edições Quasi, 2008., p. 47

Ottla

«Tu próprio me confessaste que ela só te traz sofrimentos e desgostos, e que o faz de propósito; e enquanto tu sofres por causa dela, ela não se ressente e até se alegra. Uma espécie de diabo, em suma. Um desconhecimento tão grande só pode resultar de um afastamento ainda maior do que existe entre ti e mim. Ela está tão distante de ti que tu quase já não a vês e colocas um fantasma no lugar onde julgas vê-la. Reconheço que a relação com ela foi mais difícil do que qualquer outra.»



Franz Kafka. Carta ao Pai. Trad. João Barrento. 1ª edição. Edições Quasi, 2008., p. 46/7

Chamavas aos empregados «inimigos assalariados»

«Chavamas aos empregados «inimigos assalariados», e eles eram isso mesmo, mas antes de chegarem a sê-lo já tu me parecias ser o inimigo que lhes pagava o salário. Foi aí que aprendi a grande lição, a de que também eras capaz de ser injusto; por mim, não teria reparado nisso tão cedo, havia demasiado sentimento de culpa acumulado e a dar-te razão; mas ali, achava eu, na minha opinião infantil - que mais tarde corrigi, mas não muito -, ali havia gente estranha que trabalhava para nós e vivia num permanente medo de ti. É claro que também nisto exagerava um pouco, porque partia do princípio de que a tua acção sobre essas pessoas era tão terrível como sobre mim próprio.»
 
 
 

Franz Kafka. Carta ao Pai. Trad. João Barrento. 1ª edição. Edições Quasi, 2008., p. 40/1 

insultavas sem pensar no que dizias

Franz Kafka. Carta ao Pai. Trad. João Barrento. 1ª edição. Edições Quasi, 2008., p.27
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